Um adolescente de 17 anos foi assassinado na madrugada desta terça-feira (14), no Beco do Amor, no bairro da Barroquinha, emSalvador. De acordo com a polícia, homens a bordo de um veículo atiraram contra a vítima e, em seguida, fugiram.A polícia afirma que o jovem chegou a ser encaminhado para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu e morreu. Não há detalhes sobre a motivação e autoria do crime.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Ldkw news- Inscrição para o concurso da saúde em Petrópolis, RJ, termina nesta terça
Termina às 18h desta terça-feira (14), o prazo de inscrição para o processo seletivo que vai contratar 44 profissionais da área da saúde em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. Promovido pela Prefeitura, o concurso oferece cinco oportunidades para médicos da Atenção Básica e 15 para as unidades de urgência/emergência; três psiquiatras (um para as urgências/emergências e dois para ambulatório); dois gineco-obstetras; dois cirurgiões dentistas; 15 técnicos de enfermagem e dois técnicos de radiologia. Os salários variam entre R$ 1.730,18 a R$ 8.557,57. Até o momento, mais de 610 pessoas já se inscreveram.
As inscrições devem ser feitas no site da Prefeitura.Além dos dados pessoais, os interessados devem anexar o currículo em formato PDF, onde devem constar títulos e experiências profissionais que irão contar pontos na classificação. A divulgação do resultado está prevista para o dia 24 de outubro no Diário Oficial e na Fundação Municipal de Saúde (Rua Aureliano Coutinho nº 81, primeiro andar, no Centro).
Ldkw news- Bombeiros seguem combatendo incêndio na Região Serrana do RJ
Cento e vinte bombeiros seguiam trabalhando na manhã desta terça-feira (14) no combate ao incêndio que atinge as regiões de Araras e Bonfim, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, como informou o Bom Dia Rio. Três helicópteros ajudavam no combate às chamas.Ofogo que já afetou as regiões de Araras e Bonfim, emPetrópolis, na Região Serrana do Rio, causa prejuízos também a áreas como o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso) e a Área de Proteção Ambiental (APA) Petrópolis, ligada ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão federal. O combate já dura seis dias e está sendo feito pelo Corpo de Bombeiros, com o reforço de brigadistas da Reserva Biológica de Araras (RBA), ICMBio e Parnaso. Ao todo, 22 km², que correspondem a 2.200 campos de futebol, foram afetados pelas chamas. Além da perda de área de Mata Atlântica, espécies da fauna também são afetadas. Neste domingo (13), o laboratório do Parnaso em Teresópolis recebeu um ouriço e uma paca, que morreu no caminho, vítimas das queimadas.
A fuligem e o cheiro de queimado denunciam a situação que afeta diversos pontos da cidade, como Araras, Secretário, Brejal, Manga Larga, Santa Mônica, Correas, BR-040 e Nogueira. Na manhã desta segunda-feira (13), 18 focos eram combatidos pelas equipes. A preocupação maior era evitar que o fogo chegasse às regiões de grande importância ambiental, o que não foi possível.
Segundo ele, muitas espécies são afetadas. “Cobras e ninhos de pássaro, por exemplo, são atingidos com frequência”, revelou.Nesta segunda-feira, três helicópteros trabalhavam no combate às chamas. Dois eram das polícias civil e militar, e já retornaram para a capital. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros na Região Serrana, tenente-coronel Roberto Robadey, uma aeronave foi solicitada à Marinha e deve começar a atuar na manhã desta terça-feira (14).
Os incêndios são, em sua maioria, provocados pela população, o que configura crime ambiental. A lei federal 9.605, de 1998, prevê prisão de dois a quatro anos e multa. Segundo Sérgio Bertoche, analista ambiental e chefe da APAPetrópolis, o incêndio florestal que atinge a região do Bonfin e Araras pode ter sido proposital. “Uma pessoa ficou de nos enviar fotos que flagram o momento em que um homem ateia fogo no local. Com as imagens vamos abrir um procedimento administrativo e responsabilizar o culpado. Esperamos que sirva de exemplo”, afirmou Sérgio, que acrescenta: “Desde 2009 não vejo um caso como este de tantos focos. Pela cor do céu é possível ter uma ideia da gravidade da situação”, pontua.Sérgio acrescenta que os proprietários de terrenos particulares terão a área embargada até que seja feita a restauração. “Muitas são áreas de mata atlântica em estágio inicial, ou seja, com vegetação de até 5 metros de altura. As pessoas colocam fogo para descaracterizar e fugir das obrigações impostas em uma área de preservação”, disse o analista ambiental, ressaltando que a prioridade no momento é extinguir o fogo.
Ldkw news- Após suspeita de ebola, haitianos enfrentam preconceito em Cascavel
Desde que o africano Souleymane Bah, de 47 anos, foi internado emCascavel, no oeste do Paraná, na quinta-feira (9), com suspeita de estar com o vírus ebola, os cerca de dois mil estrangeiros que vivem na região começaram a sentir o aumento do preconceito. O presidente da associação dos haitianos da cidade, Marcelin Geffrard, diz que tem ouvido comentários preconceituosos, mas orienta seus conterrâneos para que mantenham a calma.
“Agora está todo mundo mais relaxado porque o resultado do exame deu negativo. Mas as pessoas começaram a falar que tem haitianos casados com brasileiras, com filhos e comentam que não vão mais saber quem está doente e o vírus vai começar se espalhar. Ficam me perguntando no trabalho: ‘Vocês que estão com ebola? Tem que mandar todo mundo embora”, conta.
Segundo Geffrard, a hostilização começou ainda na noite de quinta-feira, quando a notícia de que havia um africano internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro Brasília, com suspeita do vírus foi divulgada. “Na quinta-feira, logo que se espalhou a notícia do ebola, um haitiano me contou que estava voltando do trabalho, e no ônibus as pessoas não queriam sentar perto dele por medo, ficaram afastadas”.Geffrard diz que muitos foram procurá-lo para pedir ajuda. “Os haitianos estão com medo, vários vieram falar comigo pedir para explicar a diferença entre haitiano e africano e que não temos epidemia de ebola no nosso país. Peço para eles ficaram mais quietos, enquanto o medo das pessoas não passa, para não falarem muito”, diz. Geffrard também faz um programa de rádio e aproveitou para divulgar mais sobre a doença. “É preciso divulgar que o Haiti fica na América Central e não na África e explicar sobre os sintomas e como é a transmissão”.
Para o haitiano, o preconceito não é pela cor da pele, mas sim por causa da nacionalidade. “Eu já morei nos Estados Unidos, e aqui no Brasil o preconceito não é muito exagerado como lá. Tempouco preconceito com relação ao negro, o maior preconceito é por sermos estrangeiros”, conta Geffrard, que
também acredita que as pessoas ficaram com receio porque Bah estava morando em um albergue onde também estavam hospedados alguns haitianos.De acordo com o responsável pelo setor de imigração da Polícia Federal de Cascavel, Milton Fantucci, os estrangeiros tendem a se aproximar e ficarem em grupos por causa da dificuldade com a língua.
A maior parte entra no país com visto de turista e pede refúgio em seguida, conforme a PF. Em Cascavel, os haitianos são a maior concentração de estrangeiros. “Trabalhamos com o número de dois mil estrangeiros na região, a maior parte são de haitianos, há muito poucos de outras nacionalidades, um grupo muito pequeno. Tivemos um aumento de paraguaios, mas nada comparado ao número de haitianos”, afirma Fantucci.
Ainda conforme Fantucci, não há estrangeiros na região em situação ilegal. “Todos estão em situação legal, pode até ser que tenha um caso isolado, mas não temos conhecimento. O pedido de refúgio é uma situação legalizada”.
O professor de antropologia João Paulo Angeli fez uma pesquisa com haitianos que moram na região oeste do Paraná e também ajuda a entender a realidade desses imigrantes. “É um trabalho que começamos em abril deste ano em Cascavel, onde há uma grande concentração de haitianos. Vamos apresentar os problemas que eles enfrentram, a imigração, o preconceito e os problemas socieconômicos", diz.“A diáspora haitiana: da utopia à realidade” será aberta na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, também na região oeste do estado, a partir de quarta-feira (15) e segue até o dia 18.Na mostra também serão expostas fotografias, vídeos, mapas do percurso migratório, além de dados das entrevistas com 70 haitianos. A abertura será a partir das 19h e é gratuita.O evento vai ser realizado na Fundação Cultural na Rua Benjamin Constant, 62, Centro.
Ldkw news- Incêndio nas serras dos Cristais e do Japi já dura três dias
Um incêndio atinge as serras dos Cristais e do Japi na noite desta terça-feira (13). A queimada consome de 50 a 80 hectares entre três cidades: Cabreúva,Pirapora doBom JesuseJundiaí(SP). O fogo consome a vegetação há pelos menos três dias.De acordo com a Defesa Civil, as chamas traçavam uma linha na mata que passava dos cinco quilômetros de extensão na Serra dos Cristais. Ao lado, numa região de transição, pelo menos outros 10 focos de incêndio foram registrados na Serra do Japi.
As chamas podiam ser vistas de longe e as labaredas atingiam até 10 metros de altura. Como a área de combate ao fogo e muito grande a Defesa Civil de Cabreúva espera reunir uma força tarefa entre as três cidades envolvidas.As chamas começaram há três dias e preocupa os moradores da região. Em uma propriedade, as chamas estão a 100 metros da granja, onde há 14 mil frangos. “Eu estou muito preocupada, mas fazer o que? Nós não temos como fazer nada. Estamos sem água”, diz Aparecida.Em outro lado da cidade, a defesa civil usou um carro pipa e mangueiras para apagar o fogo que ameaçava uma família nesta chácara.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Ldkw news- Morre assessor de deputado que foi envenenado ao beber suco em PE
O assessor de um deputado estadual faleceu após ter sido envenenado noCabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife. De acordo com a assessoria do político, o homem de 61 anos morreu na noite do último sábado (11). Ele estava internado em um hospital particular em Camaragibe, também na RMR, desde o dia 8deste mês. Ele desmaiou na rua enquanto participava de uma atividade eleitoral. O suspeito do crime foi preso e confessou ter dado suco envenenado à vítima. Segundo a polícia, o crime não tem relação com política. A motivação seriam dívidas financeiras.De acordo com a delegada de Homicídio do Cabo, Taciana Melo, o suspeito confesso do crime pode responder por homicídio doloso. "Quando ele foi preso, a vítima ainda estava viva, então se tratava de uma tentativa. Agora, caso seja comprovada a ligação do envenenamento com a morte, ele passará a responder por homicídio". O caso ainda se encontra com o Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que irá encaminhá-lo para a delegada Taciana Melo quando o inquérito for encerrado.
O crime ocorreu na última quarta (8), quando a vítima desmaiou enquanto participava de uma atividade eleitoral na rua e foi levado desacordado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Cabo. O suspeito foi preso na quinta (9), na Imbiribeira, Zona Sul do Recife. Ele foi encaminhado para a sede do DHPP, onde confessou ter dado suco envenenado à vítima.Com o suspeito, a polícia encontrou a suposta substância usada no suco, que foi encaminhada para perícia. Segundo o DHPP, o suspeito afirmou que o crime não tem relação com política. Segundo a assessoria do parlamentar, a motivação seriam dívidas financeiras da vítima. O suspeito foi levado ao Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima.
Ldkw news- Menino de 12 anos recebe primeiro transplante de pele da Bahia
Em um procedimento inédito na Bahia, um menino de 12 anos passou por um transplante de pele, em Salvador. Ele recebeu alta nesta segunda-feira (13), após passar 40 dias internado no Hospital das Clínicas.Jeferson recebeu a pele transplantada no dia 25 de agosto, para corrigir uma lesão séria causada por queimadura elétrica. A criança, natural de Candeias, região metropolitana de Salvador, estava internada no Hospital Geral do Estado (HGE) há 11 meses e foi encaminhada ao Hospital das Clínicas por solicitação da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB).Valber Menezes, coordenador do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas, explica que a pele utilizada para o transplante pode ser de qualquer pessoa. No caso de Jeferson, a pele utilizada na cirurgia foi a de um banco de pele em Porto Alegre, pois na Bahia ainda não existe esse tipo de banco. O médico contaque a origem da pele, inclusive, foi alvo de curiosidade do paciente."Jeferson brincava com a gente, dizia: ‘poxa doutor, essa pele vai ser de alguém famoso? Você vai ter que me dizer o nome da pessoa, se é famosa, para que eu fique sabendo'. Eu disse que não sabia quem era a pessoa", conta Menezes. "A pessoa que vai ao banco, que faz o transplante de pele, ele retira a pele, como se tira os outros órgãos de pessoas que morrem. Se remove a pele, descelulariza a pele, o que remove todos os antígenos para que, quando colocar essa pele em outra pessoa, não haja reação", explica o médicoO garoto de 12 anos sofreu o acidente quando passava férias com o pai na cidade de Coité, a cerca de 235 km de Salvador. Adriana Assis Borges, mãe da criança, relata como foram os momentos de dor do filho. "Ele dizia: 'Mãe a senhora está sentindo a minha dor?'", lembra. "Ele dizia, 'minha mãe, eu queria que a senhora, que é gordinha, pudesse me dar pele'. Eu falei para ele: 'filho se eu pudesse eu te dava minha alma e minha vida a você'", conclui.O menino revela que gostaria de ir à igreja, agradecer. "Deus salvou minha vida", diz Jeferson.
Segundo Valber Menezes, as células de peles utilizadas no transplante são removidas como um curativo biológico, para que o paciente não apresente reação. Com isso, ela fica inerte e pode ser colocada em outra pessoa. Após este procedimento, a pele é integrada à área do corpo queimada ou ferida, como um curativo. Depois de algum tempo, o paciente pode perder um pouco da pele, mas em áreas menores, onde futuramente poderá receber um enxerto."Todo o atendimento do garoto foi feito no Hospital Geral do Estado (HGE), mas como a queimadura foi muito grave, chegou um ponto em que não tinha pele para cobrir a área lesionada. Foram realizados vários enxertos, tirando pele inclusive do couro cabeludo, mas ainda assim faltou. No final faltavam 2,5 metros de pele para cobrir a área das costas e do braço. Havia lesões nas costas, nos braços e na perna", explica Valber Menezes.O médico ainda esclarece como foi iniciado o tratamento do garoto, antes da realização do transplante. "Fizemos inicialmente um transplante autólogo de células tronco na área que não cicatrizava e, com a cirurgia, houve uma melhora. Então combinamos para fazer o transplante, para que resolvesse o problema em definitivo" afirma.Apesar da pele ser mais fácil de ser absorvida do que os outros órgãos, o médico chama atenção para os riscos do tratamento. "A técnica é simples e curativa, mas se houver uma infecção pode haver a perda de toda a pele que foi colocada", explica.De acordo Valber Menezes, a Sesab fez uma parceria com o banco de pele de Porto Alegre, que já existe há 20 anos, após o Hospital das Clínicas se cadastrar como transplantadores. "Já temos configurado para até o final do próximo ano uma estruturação de banco de pele e osso", diz.Segundo informações da Secretaria de Saúde, há um projeto para o banco de pele eosso, mas ainda não há data definida para implementação.