Um grupo de vândalos ateou fogo a um ônibus na Avenida Miguel Estefano, na Zona Sul de São Paulo, no fim da madrugada desta quinta-feira (9). De acordo coma Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a via seguia totalmente interditada na altura da Avenida Abraão de Morais às 9h20.No horário, os bombeiros já conseguido controlar as chamas. Ninguém ficou ferido.Cinco linhas intermunicipais e três municipais foram prejudicadas com o bloqueio na avenida. O ato de vandalismo teria acontecido por conta da morte de um homem que trocou tiros com a polícia, como informou o Bom Dia SP.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Ldkw news- Epidemia de ebola leva Libéria a suspender eleições ao Senado
A presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, aprovou uma ordem que suspende a realização das eleições para o Senado, previstas para o terça-feira (14), devido ao estado de emergência no país, o mais castigado pela epidemia do ebola.A governante também suspendeu todos os direitos a voto associados às eleições a câmara alta, segundo um comunicado do Ministério das Relações Exteriores divulgado no final da noite de quarta-feira (8).
Ldkw news - Médico espanhol que tratou paciente com ebola denuncia falhas
Um médico que tratou a infectada espanhola com ebola denunciou, em um relatório publicado nesta quinta-feira (9) por dois jornais, múltiplas falhas, de uma roupa com mangas muito curtas à falta de resposta aos pedidos de transferência a um centro especializado.
"As mangas ficam curtas a todo momento" e uma parte dos pulsos permanece descoberto, escreve o dr. Juan Manuel Parra, médico de urgências de 41 anos que na noite de quarta-feira (8) foi colocado em observação.Em seu relatório, publicado pelo "El Mundo" e pelo "El País", explica como se ocupou durante quase 16 horas da auxiliar de enfermagem Teresa Romero, de 44 anos, depois que ela contraiu o vírus tratando um missionário espanhol repatriado com ebola e que faleceu em 25 de setembro em Madri.
Segundo Parra, quando Romero chegou ao amanhecer ao hospital de Alcorcón, a localidade ao sul de Madri onde vive, foi colocada em um quarto isolado, devido ao temor de que estivesse contaminada pelo ebola.
Quando ele começou seu serviço, por volta das 8h (3h de Brasília), a mulher já apresentava sintomas com erupções cutâneas no tronco e na virilha, dores musculares e tosse, escreve.Apenas ele e os funcionários da enfermaria entraram no quarto com um "traje de primeiro nível" de proteção: uma bata impermeável, dois pares de luvas, uma touca e uma máscara cirúrgica.Com o passar das horas, o estado de saúde de Romero se deteriorou brutalmente. Mas foi pela imprensa que o doutor soube do resultado do teste de Ebola da paciente, "embora a primeira amostra fosse positiva", afirma.Depois, "fui informado da possibilidade de positividade às 17h, e procedemos para a utilização do 2º traje de maior nível fornecido por este hospital (as mangas ficam curtas em mim)", acrescenta.Naquele momento a paciente já apresentava "muita diarreia, vômitos, mialgia e começava a ter uma febre de até 38 graus", afirma."Volto a informar sobre a necessidade urgente de transferência da paciente" ao Hospital La Paz-Carlos III de Madri, onde os dois missionários falecidos pelo vírus em agosto e setembro haviam sido tratados, lembra.Às 19h é informado por telefone que a paciente será transferida, mas "a ambulância demora desde esta chamada até sua chegada, às 0h".
Ldkw news- Comandante e PMs são presos por suspeita de extorsão na Ilha, Rio
O comandante do 17°BPM, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio, e outros 15 policiais militares lotados na unidade foram presos, na manhã desta quinta-feira (9), em uma ação da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE) da Secretaria de Segurança com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público. Ao todo, os agentes cumpriram 16 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão na Operação Ave de Rapina.
Segundo a secretaria, as investigações constataram o envolvimento de policiais militares lotados no 17º BPM com traficantes de drogas na Ilha do Governador. Entre os presos está o atual comandante do batalhão, tenente-coronel Dayzer Corpas Maciel, que segundo informações contidas no boletim interno da PM, foi nomeado para assumir o CPE (Comando de Policiamento Especializado). Ele ainda não havia assumido o novo posto porque, até esta quinta-feira, a mudança não havia sido publicada em Diário Oficial. A alteração faz parte de uma série de trocas de comando realizadas pela PM após a Operação Amigos S.A, que prendeu mais de 20 policiais do 14º BPM (Bangu), suspeitos de corrupção.O 1º tenente Vítor Mendes da Encarnação, que chefiava a P2, como é chamado o setor de inteligência do batalhão, também foi capturado na operação.
De acordo com o MP-RJ, os PMs presos também estão envolvidos no sequestro de dois grupos de traficantes na cidade, no dia 16 de maio deste ano. Um deles seria do Morro do Dendê, Ilha do Governador, e o outro grupo de criminosos comandaria o tráfico em comunidades de Senador Camará, Zona Oeste do Rio. Na ocasião, segundo nota, os policiais teriam exigido R$ 300 mil para a libertação dos traficantes.Os policiais receberam a informação de que traficantes armados sairiam da Ilha, pela Estrada do Galeão, em um Ford Eco Sport vermelho. Na altura da cabine da PM da Base Aérea do Galeão, o veículo foi interceptado e cinco traficantes foram abordados (André Cosmo Correa Vaz, Rodrigo da Silva Alves, Evenílson Ferreira Pinto, Atileno Marques da Silva, o Palermo, e Rogério Vale Mendonça, o Belo).
A ação dos policiais foi flagrada por uma câmera de segurança no local da ocorrência. Com os traficantes foram localizados quatro fuzis, 18 granadas, três pistolas, oito carregadores e munição. Também foram roubados cordões de ouro e relógios.De acordo com a denúncia encaminhada à Auditoria de Justiça Militar Estadual, ao chegar ao local da ocorrência, o 1° tenente Vítor Mendes determinou a divisão de tarefas entre os policiais e decidiu que seriam encaminhados à 37ª DP (Ilha do Governador) apenas três traficantes e um fuzil. Na época, a prisão dos três e apreensão de um fuzil foram registradas pela imprensa.Os demais presos, Atileno Marques e Rogério Vale, que exerciam um papel de destaque na hierarquia do tráfico, foram levados para o bairro Itacolomi, ainda na Ilha do Governador, onde ocorreu a sequência da negociação. Os traficantes tiveram o resgate negociado com uma advogada e foram libertados sete horas após a prisão, mediante o pagamento de R$ 300 mil. Os policiais ainda venderam a traficantes do Morro do Dendê os três fuzis apreendidos, pelo valor de R$ 140 mil. O restante da apreensão foi dividido entre os PMs.
De acordo com as investigações, os policiais militares denunciados possuíam estreito laço com traficantes de drogas, em especial com o traficante Fernando Gomes de Freitas, conhecido como Fernandinho Guarabu, identificado como chefe de facção criminosa, que atua no Morro do Dendê.Segundo a secretaria, foi comprovado que na ocasião do sequestro tanto o comandante do batalhão como o chefe do Serviço Reservado (P2) tiveram ciência do ocorrido e se beneficiaram financeiramente com o feito, sendo a quantia reservada ao comandante R$ 40 mil.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Ldkw news - Mesmo com mais ônibus, há filas e lotação no 2º dia de greve do metrô
O segundo dia de greve dos metroviários no Recife volta a causar transtornos aos usuários do transporte público na Região Metropolitana. Nesta quarta-feira (8), as estações de ônibus e terminais de integração, que unem o metrô a linhas de ônibus,contam com filas longas e coletivos lotados. Uma nova reunião entre a liderança dos metroviários, representantes do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), e a direção da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) está prevista para esta quarta e vai decidir os rumos da paralisação. A principal reclamação dos funcionários do metrô é a falta de segurança no trabalho
Mais de 400 mil usuários do serviço estão sendo afetados diariamente. Na terça (7), durante todo o dia, a estação central do Recife estava com os portões fechados e corredores vazios. O transporte deixou de funcionar, inclusive, nos horários de pico. A volta para casa teve aumento no número de passageiros nos pontos de ônibus e espera nas filas. Muitos usuários tiveram que utilizar vários coletivos para chegar ao destino, gastando mais tempo e dinheiro.A greve do Metrô do Recife teve início a partir da meia-noite da terça. A categoria entrou em greve para cobrar reforço na segurança das estações e medidas para proteger passageiros e funcionários de assaltos e outros crimes nas plataformas e vagões.Em assembleia feita no final da tarde, eles escolheram manter a paralisação por tempo indeterminado.No fim do dia, apesar de muitos passageiros lotarem as paradas de ônibus, o tumulto não foi diferente dos dias em que não há greve. Além disso, as empresas deônibus, através do GrandeRecifeConsórcio de Transporte, aumentaram a frota de algumas linhas e criaram novas.
Na estação de ônibus de Joana Bezerra, as filas não estavam longas, como de costume, devido à greve e aos fiscais faziam o controle do embarque e desembarque de passageiros. No entanto, passageiros da linha Aeroporto-Joana Bezerra relataram que esperavam o coletivo há mais de uma hora e meia.Nesta quarta, os grevistas prometem fazer mobilização, a partir das 19h, na central de manutenção do metrô, no bairro de cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife, para tentar envolver os operários do setor no movimento. Às 15h, a categoria vai mobilizar os manifestantes para acompanhar a audiência de conciliação marcada na sede do TRT-PE.71 quilômetros em três cidadesO Sistema de Trens Urbanos do Recife é operado em quatro linhas férreas, com extensão total de 71 quilômetros, abrangendo os municípios do Recife, de Jaboatãodos Guararapes,Camaragibee doCabo de Santo Agostinho. Ao todo, são 39 estações, transportando cerca de 400 mil passageiros por dia. A Linha Centro é a que tem maior demanda e estações mais inseguras, de acordo com o Sindicato dosMetroviários.Quem trabalha no metrô não mede críticas à falta de segurança, apontando, inclusive, à redução da guarda terceirizada que atua nos terminais. Segundo os trabalhadores, a maior parte das estações tem apenas uma pessoa fazendo a patrulha por turno, tendo que dividir-se em duas plataformas, de embarque e desembarque.
Os metroviários afirmam que assaltos ocorrem com frequência dentro e fora das estações. Segundo eles, caixas eletrônicos instalados nas estações atraem o interesse de quadrilhas armadas. "Desde 2012, a gente vem discutindo esse problema da segurança e a CBTU só realiza paliativos, nenhuma solução definitiva. Em fevereiro deste ano, a CBTU apresentou algumas propostas e o documento foi assinado em audiência no TRT [Tribunal Regional do Trabalho], mas nada foi cumprido. Nesta última semana, a empresa também deu sugestões, mas nada concreto, por isso, votamos pela paralisação", disse Diogo Morais.Ele acrescentou que as estações Santa Luzia, Werneck, Floriano e Engenho Velho estão entre as mais inseguras por terem movimento de passageiros relativamente pequeno, o que facilita a ação de bandidos devido à falta de policiamento ostensivo.Ainda segundo Morais, em assembleia realizada no último dia 30 de setembro, trabalhadores da área de segurança apresentaram um número preocupante: este ano já foram notificadas 1.600 ocorrências nas estações de metrô, entre assaltos, vandalismo e agressões. Ele lamenta que a população não registre queixa nas delegacias.A segurança da parte interna do metrô é de função da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).
Em nota, a Polícia Militar (PM) informou que realiza policiamento ostensivo no entorno das estações do metrô da Região Metropolitana do Recife com homens a pé e motorizados, com carros e motos.O órgão afirma que faz operações com abordagens e aponta que a falta de formalização e informação sobre os delitos dificultam a ação da PM na identificação e prisão de criminosos. O telefone da corporação para registrar ocorrências é o 190.
Ldkw news - Doméstica é suspeita de matar e enterrar patroa em quarto em SP
Uma aposentada de Itanhaém, no litoral de São Paulo, foi encontrada, na noite desta terça-feira (7), enterrada em um quarto da própria casa dois meses após ter desaparecido. Terezinha Barbosa, de 57 anos, estava desaparecida há dois meses.A empregada doméstica de Terezinha confessou à polícia que enterrou a patroa e que participou do crime.
Terezinha estava desaparecida desde o começo de agosto. De acordo com o delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Douglas Borguez, o crime foi premeditado pela funcionária da vítima. “Ela estava embaixo da terra, em uma profundidade de aproximadamente 1,5 metro. Só o laudo vai dizer a causa da morte. Ela pode ter sido envenenada. O autor teve o cuidado de colocar o cal e de cimentar. Foi uma atitude premeditada”, diz.
A única filha da aposentada mora em São Paulo e vinha à região apenas poucas vezes. Ela registrou um Boletim de Ocorrência um mês depois de não conseguir falar com a mãe. Em depoimento a polícia, a filha contou que não encontrou os cartões de crédito, o carro e os dois cachorros pertencentes à Terezinha.A empregada foi detida e confessou que sacou R$ 5 mil da conta da aposentada. O delegado descarta a tese do desaparecimento e acredita que outras pessoas participaram da morte. “Trabalhamos com a hipótese de homicídio ou latrocínio. A autora já responde, desde o início, por uma ocultação de cadáver”, finaliza.A Polícia Civil de Itanhaém deve pedir, nos próximos dias, a quebra de sigilo bancário da aposentada. A empregada doméstica foi liberada, mas deve responder pelo crime de ocultação de cadáver.
Ldkw news - Frank Aguiar vai à PF e diz que investigação "é coisa suja da política"
"É coisa suja da política. Estão usando a mim para atingir alguém." É o que diz o cantor e vice-prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Frank Aguiar, no vídeo acima, em resposta às recentes denúncias envolvendo seu nome.Frank é investigado por ter ligações com um suspeito de"comandar rotas nacional e internacional de tráfico de drogas".O cantor, que esteve na tarde desta terça-feira (7) na sede da Polícia Federal em São Paulo, disse ter ido ao local para se colocar à disposição das autoridades. Nega ter sido chamado a depor em algum inquérito."Estou sendo usado. É drogas, tráfico e não sei o que. Depois vocês ficarão sabendo quem querem atingir."Segundo documentos obtidos pelaFolha, Frank aparece em várias escutas telefônicas com Jailson Lopes de Souza,o Jabá, "largamente conhecido nos meios policiais como traficante internacional de entorpecentes".Essas interceptações, com autorização judicial, ocorreram em investigação iniciada pela polícia após uma apreensão de 230 quilos de cocaína ocorrida em 2011, em Itu (101 km de São Paulo).Segundo o relatório da polícia, a casa de 949 m² em que Frank Aguiar mora no condomínio Swiss Park, em São Bernardo, está registrada em nome do suspeito de tráfico internacional.